28 Nov 2021

O número de trabalhadores no mercado informal dobrou nos últimos seis anos, de acordo com levantamento do IBGE. Dos 89 milhões de trabalhadores ocupados no país, 36,3 milhões não têm registro - trabalhadores autônomos sem empresa ou caretira assinada.

Cresce a pressão e conta sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro, que no seu terceiro ano não conseguiu fazer crescerem os empregos formais, vê a inflação subir e um número cada vez maior de pessoas deixando de pagar impostos - sem deixar de exigir serviço público.

A informalização onera quem paga por todos, gerando uma sociedade na qual desempregados, semiempregados e mesmo os empregados estão insatisfeitos. E evidencia um governo, que tem tratado a redução da arrecadação como mero problema fiscal, sem solução para uma crise estrutural.

Publicado em Economia

Quando deu início à era do PT no Palácio do Planalto, junto com o projeto Fome Zero, o então recém-eleito ex-metalúrgico e líder sindical Luís Inácio Lula da Silva prometeu fazer jus à sua biografia política e trabalhar pela justiça social. Isso quer dizer a diminuição da distância entre ricos e pobres e uma melhoria da condição de vida geral para toda a sociedade brasileira.

Depois de três gestões e meia de governo do PT, que culminaram com o impeachment da sucessora de Lula, Dilma Rousseff, e a entronização do vice Michel Temer, o resultado mostra uma realidade do Brasil oposta à que o governo pretendia lhe dar. A fome e a desigualdade social são mais alarmantes do que nunca, de acordo com dados divulgados esta semana.

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