7 Abr 2020

O presidente Jair Bolsonaro passou a segunda-feira arquitetando a demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Indiferente às preocupações mundiais, à posição dos médicos e cientistas, dos governadores dos estados e do seu próprio ministério, que apontam todos para a necessidade da manutenção do isolamento domicilar , ainda mais agora, no auge do crescimento da contaminação pelo Convid-19, Bolsonaro passou a considerar a demissão de Mandetta uma questão de honra. Quer provar que ainda é ele quem governa - e impor seu ponto de vista, por mais bizarro ou perigoso que seja.

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O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, piorou de saúde e foi transferido para a UTI do hospital St Thomas de Londres, na tarde desta segunda-feira. Johnson, que foi um defensor inicial da manutenção do trabalho, é paciente de Covid-19.

De acordo com seu gabinete, Boris estava consciente, e sem uso do respirador artificial. Porém, a a equipe médica recomendou por precaução que ficasse próximo dos aparelho.

"O primeiro-ministro pediu ao secretário de Relações Exteriores Dominic Raab, que é o primeiro secretário de Estado, que o substitua sempre que necessário", afirmou o gabinete, em comunicado. "O primeiro-ministro está recebendo excelente atendimento e agradece a todos os funcionários do NHS por seu trabalho e dedicação", diz o documento.

Pela manhã, Boris tinha dito em uma rede social que estava no hospital para fazer "testes de rotina" e que estava bem disposto.

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Segunda, 06 Abril 2020 19:28

Saúde na fritura

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Segunda, 06 Abril 2020 15:06

Previsões para depois do apocalipse

Muitos perguntam se Jair Bolsonaro fica até o final ou se haverá alguma solução política que abrevie seu mandato. E qual o tamanho da crise econômica? – indagam os mais aflitos.

É obvio que nem o melhor dos videntes tem as respostas. Contudo, é possível fazer uso da análise prospectiva para traçar um cenário provável. Vou então arriscar algumas previsões:

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Segunda, 06 Abril 2020 14:49

Um parasita na democracia

Um parasita, instalado no coração dos governos democráticos, deles obtendo seu alimento e causando-lhes dano, potencialmente, fatal. Não estamos falando aqui do coronavírus, mas do populismo, regime político que opera a partir de um determinado organismo, a democracia representativa, e, testando seus limites, desfigura-o pouco a pouco, a partir de um discurso e de atos autoritários e do ataque sistemático ao arcabouço constitucional.

Essa é a ideia central de We The People, How Populism Transforms Democracy (Nós, o povo, como o populismo transforma a democracia – numa tradução livre), de Nadia Urbinati, cientista política da Universidade de Columbia (EUA), que se propõe a dissecar o avanço, aparentemente incontornável, do maior fenômeno político desde o final da guerra fria, e que foi instalado nos governos sob os quais se acomoda parcela significativa da população mundial.

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Quinta, 02 Abril 2020 22:17

Faz você, Bananão!

Isolamento social é política oficial do governo Bolsonaro. Então, por qual razão os bolsonaristas atacam a imprensa, os governos estaduais e os especialistas?

Peçam ao Capitão Banana para ser macho e suspender o isolamento. O fanfarrão só faz fofoquinha e intriga, papo de lavadeira em beira de rio.

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Quinta, 02 Abril 2020 16:06

Penso, logo existo

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Quinta, 02 Abril 2020 15:27

A falta que faz um estadista

Poderia, como tantos já estão fazendo, listar fatos suficientes e argumentos convincentes para mostrar a perigosa mediocridade que nos governa desde Brasília.

Na hora mais perigosa da Nação, diante de ameaça formidável, falta-nos com certeza competência política no Planalto.

É certo também que nos faz muita falta um estadista que substitua o bravateador vulgar de duvidosa acuidade cognitiva que temos à testa da Nação.

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Quarta, 01 Abril 2020 20:14

Vestido a caráter

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O Brasil é um país democrático, mas sua história é uma história da elite brasileira, que conduz os regimes e, na prática, levanta os nomes dos seus presidentes. Tem feito suas escolhas, e é hora de se perguntar se tem feito as escolhas melhores.

O pedaço mais influente do empresariado nacional apostou em 2018 no capitão Jair Bolsonaro, por algumas razões. Primeiro porque Bolsonaro, nas reuniões a portas fechadas, comprometeu-se em não tomar de volta o dinheiro que ganharam nos governos do PT, recuperando em impostos a imensa transferência de recursos do Estado, exaurido até quebrar, transferindo o dinheiro para o setor privado.

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