6 Jun 2020
Quinta, 28 Maio 2020 15:36

Na sua é mais gostoso

Publicado em Jcaesar

As investigações nas contas do gabinete do senador Flávio Bolsonaro quando deputado estadual no Rio de Janeiro podem virar outra pandemia no governo de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro.

O gabinete de Flávio, operado por Fabrício Queiroz, amigo de longa data do presidente, já era suspeito por conta da entrada de dinheiro vivo, seja pela prática da rachadinha como por possíveis depósitos em dinheiro vivo vindo das milícias.

Para completar, a Polícia Civil fluminense descobriu que o PSL nacional repassou, a pedido de Flávio, 500 mil reais ao escritório de advocacia de um ex-assessor hoje envolvido no suposto vazamento de informações da Polícia Federal em benefício da família do presidente.

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No domingo, o empresário Paulo Marinho, colaborador na campanha eleitoral do presidente jair Bolsonaro, afirmou que a Polícia Federal teria atrasado a investigaçãoo hoje senador Flávio Bolsonaro teria sido avisado antes da operação por um delegado da Polícia Federal da investigação sobre as contas de seu gabinete como deputado estadual do Rio de Janeiro, instruindo que desligasse o ex-assessor Fabrício Queiroz. A operação da PF ainda teria sido adiada para não prejudicar a campanha de Bolsonaro.

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Quarta, 13 Maio 2020 21:35

A patuscada de Bolsonaro

Os militares tocam pra maluco dançar

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A cúpula do governo, formada na maior parte por ministros militares com cargos no Palácio do Planalto, procurou em depoimentos à Polícia Federal e ao longo desta quarta-feira blindar o presidente Jair Bolsonaro na investigação por atuar em causa própria e de familiares procurando intervir na superintendência do órgão no Rio de Janeiro. Procuraram transmitir a impressão de que o presidente estaria apenas preocupado com sua segurança e a de seus familiares do Rio, na reunião ministerial do dia 22 de abril em que Bolsonaro teria ameaçado o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro de demissão, caso não mudasse o comando da PF.

Segundo essa versão, a ameaça teria sido dirigida a Augusto Heleno, o general da reserva que comanda o Gabinete de Segurança Institucional.

Porém, os ministros não explicaram outras evidências da pressão de Bolsonaro, e acabaram tragados pela confusão presidencial. Um deles pediu para mudar palavras de seu depoimento. O vice-presidente, Hamilton Mourão, veio em socorro da turma, afirmando pelo Twitter que a equipe não procurou alinhar seu discurso para depôr na investigação sobre o presidente. "Quem alinha discurso é bandido", escreveu.

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Com o voto da ministra Rosa Weber, que foi a favor de suspender a prisão após a segunda instância sem todos os recursos cabíveis, o Supremo Tribunal Federal fez pender o placar do julgamento tirado do bolso do colete para favorecer um condenado bastante específico - o ex-presidente Lula. O julgamento foi suspenso e só será retomado no início de novembro. Contudo, com Weber, cujo voto era considerado o de Minerva, a balança deverá pender para o lado dos ministros contrários à prisão em segunda instância. E o STF dá um salto para cravar uma estaca no peito da Lava Jato, reabrindo as portas para a impunidade no Brasil.

Por mais que se queira justificar o voto dos que se alinham contra a Lava Jato no STF como uma interpretação castiça da Constituição, a realidade é que o tribunal cedeu à pressão do fisiologismo.

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Quinta, 24 Outubro 2019 21:03

Desarranjo

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Em operação autorizada pelo Supremo tribunal Federal, a Polícia Federal atendeu a um mandado de busca e apreensão em 16 endereços ligados ao ex-presidente da República e atual senador Fernando Collor (PROS-AL) em Alagoas e no Paraná.

A "Operação Arremate", segundo a PF, visa "combater um esquema de lavagem de capitais por meio de compras de imóveis" em leilões judiciais.

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A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia ddeterminou o arquivamento do pedido de abertura de uma investigação criminal contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, por conta de sua atuação na Operação Spoofing, que apura a invasão de celulares e obtenção de dados de autoridades por meio do aplicativo Telegram.

Lúcia acolheu o pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que não viu ilícito nas conversas de Moro ao telegram, trocadas com o procurador Deltan Dallgnol, capturadas por um hacker e reproduzidas publicamente pelo site The_Interpect, em parceria com a Folha de S. Paulo.

Publicado em Assuntos Nacionais
Sexta, 16 Agosto 2019 19:16

Me dê motivo

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