23 Jul 2019

O Ministério Público do Rio de Janeiro e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas dispararam nesta terça-feira, no Rio, uma operação na qual foram presos 11 suspeitos de integrar uma milícia que controlava negócios imobiliários na Muzema e outras localidades da zona oeste da capital fluminense.

Um dos milicianos foi preso no Piauí. Em abril, dois prédios construídos clandestinamente caíram, na Muzema, com 24 mortos. Desde entao, a polícia vem procurando desbaratar os negócios clandestinos na região.

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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, suspendeu a pedido dos advogados do senador Flávio Bolsonaro todos os inquéritos sobre as contas de seu gabinete quando deputado estadual. A alegação é que os dados só poderiam ter sido compartilhados com o Conselho de Controle de atividades Financeiras, o Coaf, que identificou as movimentações suspeitas, com uma autorização judicial prévia. E, de quebra, aplicou um golpe geral na Lava Jato.

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No longo processo que prometem ser as consequências do estouro da barragem de Brumadinho, a Justiça estadual de Minas Gerais emitiu a primeira sentença que obriga a vale a reparar os danos causados pelo rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em janeiro deste ano, que deixou 248 mortos identificados e 22 desaparecidos. Cabe recurso da decisão.

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Um grupo de 40 advogados reuniu-se na segunda-feira com o dono do site The Intercept, Glenn Greenwald, como parte de um esforço para blindá-lo contra a investigação sobre o vazamento de conversas privadas de promotores da Lava Jato com o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Chamado ao Senado para explicar-se, Greewald usou a oportunidade para encenar seu teatro. Ciritcou a "amnésia" de Moro e se colocou como vítima de uma "campanha de ódio" do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

No seu depoimento, Greenwald mostrou-se mais um desses valentões do discurso vazio, dos quais a política anda cheia.  "Essas ameaças estão sendo provocadas pelo partido do governo, eles estão na internet o tempo todo usando documentos forjados e falsificados", disse, como se não estivesse também na internet o tempo todo. "Eles ficam na internet, mas não têm coragem de chegar aqui [no Senado], na minha cara, para discutir essas acusações."

Esforço de proteção

Há um esforço político para proteger não apenas Greenwald como a continuidade da publicação de conversas ilegalmente grampeadas, utilizadas para fazer pressão pela liberdade do ex-presidente Lula.

Essa pressão recai não apenas sobre o Ministério da Justiça, onde Moro se encontra ao mesmo tempo na condição de alvo e de autoridade encarregada de investigar os hackers que fornecem material ao The_Intercept. O tribunal de Contas da União solicitou ao Conselho de Atividades Financeiras, órgão do Ministério da Economia, esclarecimentos no sentido de informar se Greenwald está sob investigação.

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Sexta, 05 Julho 2019 14:26

Diagnóstico

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Quarta, 03 Julho 2019 13:39

Sabatinando

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O ministro da Justiça, Sérgio Moro, atendeu ao chamado dos deputados e foi à Câmara nesta terça-feira dar explicações sobre o material vazado pelo site The_Intercept, como já fizera no Senado - e saiu do plenário mais Moro do que nunca.

Atacado pelos deputados de oposição, que usaram a oportunidade para fazer teatro, com intervenções por vezes ofensivas contra o ex-juiz, Moro manteve a calma. Hoje ele é como o boneco de piche da fábula: quanto mais lhe batem, mais grudados ficam seus atacantes.

Esse é o dado que os políticos insistem em ignorar: cada vez que Moro sofre um ataque, ele se fortalece. E aqueles que se colocam contra a Lava Jato acabam transparecendo não apenas estarem do lado do crime, como do lado contrário ao da população.

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Em meados de abril, o advogado André Marsiglia Santos, do escritório Lourival J. Santos Advogados, apareceu em destaque nos portais de notícias graças a uma tão grave quanto inopinada decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal: a suspensão das reportagens dos sites Crusoé e O Antagonista que faziam menção ao presidente do tribunal, Dias Toffoli, colocado como alvo nas investigações da Lava Jato.

Defensor das publicações, Marsiglia veio denunciar a censura de alguns ministros do STF. Moraes, relator do inquérito que investiga ofensas e informações contra magistrados do STF, levantou a censura, voltando atrás. Mas a batalha não acabou.

Esta segunda-feira, Toffoli, ainda disposto a combater o que considera "fake news", ofensas e ameaças ao tribunal, afirmou num café da manhã com jornalistas que a investigação levada a cabo por Moraes continua em andamento. E que, segundo um levantamento patrocinado pela própria instituição, o número de ataques ao STF na internet teria caído "80%". "Só a existência do inquérito já surtiu o efeito em relação às fake news", disse.

Assim, o perigo continua. A identificação de qualquer notícia negativa como fake news ou ofensa, passíveis de censura, criou uma zona cinzenta inédita no Brasil da era democrática.

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Segunda, 01 Julho 2019 23:09

Lind

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Segunda, 01 Julho 2019 22:10

Vazadas

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