6 Jun 2020

Em Coral Gables, na Flórida, policiais se ajoelharam durante ato em manifestação dentro da onda de protestos contra a violência da repressão policial, depois da morte do negro George Floyd, de 40 anos, asfixiado por um policial branco quando já se encontrava sob custódia.

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, gosta de falar - especialmente sobre assuntos fora de sua área ou que não lhe competem. Na já célebre reunião do governo em 22 de abril, disse que, por ele, "botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF". Chamado a depor pelo Supremo Tribunal Federal no inquérito das fake news, nesta sexta-feira, dia 29, pela primeira vez calou-se. Preferiu nada responder.

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Um dia depois da operação da Polícia Federal, que cumpriu ordem do Supremo Tribunal Federal de busca e apreensão jutno a envolvidos no inquérito sobre a produção de fake news por militantes bolsonaristas, o presidente Jair Bolsonaro reagiu de forma inflamada. Diante do Palácio da Alvorada, no lugar que os principais veículos de imprensa abandonaram por serem hostilizados, o presidente fez um discurso espumado. "Não podemos falar em democracia sem Judiciário independente, Legislativo independente, para que possam tomar decisões", disse. "Não monocraticamente, mas de modo que seja ouvido o colegiado. Acabou, p..!"

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Quinta, 28 Maio 2020 15:36

Na sua é mais gostoso

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Sexta, 08 Maio 2020 14:58

Fecha o STF

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O presidente Jair Bolsonaro retirou a nomeação do chefe da Abin, Alexandre Ramagem, para a direção da Polícia Federal - depois que, pela manhã, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre Moreas, já havia  suspendido sua entronização no cargo, por meio de uma liminar. O STF instaurou um inquérito sobre a interferência do chefe do Executivo no órgão onde ele ou seus filhos, a partir do momento em que ele mesmo, Bolsonaro, confirmou as intenções declaradas ao ex-ministro Sérgio Moro de que fazer uma noemação política para o cargo, isto é, a seu favor. Bloqueado em plena ação, o presidente desfez a nomeação pelo Diário Oficial, mas prometeu não desistir, manifestando toda a sua contrariedade.

Mais que ser desautorizado, Bolsonaro sofre no episódio com mais desgaste da sua credibilidade, por fazer justamente o que criticou no passado. Fora do governo, denunciou a tentativa de sequestro o comando da PF, ao tempo de Dilma Rousseff, durante as investigações da Lava Jato. No govenro, agora como investigado ele mesmo, passou a considerar essa interfeência algo natural.

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O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a abertura de um inquérito para apurar as acusações feitas por Sergio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro de querer manioular a Polícia Federal em benfício próprio. Para isso, o queria obrigar à troca no comando do órgão de alguém que lhe pudesse repassar informações e com quem pudesse conversar diretamente. Após a saída de Moro do governo, Bolsonaro colocou na direção-geral da PF o ex-chefe da Abin, o serviço de informação do presidente, que já havia trabalhado como chefe da sua segurança pessoal, desde o atentado em Juiz de Fora.

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Quinta, 28 Novembro 2019 23:13

Escolinha

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O Supremo Tribunal Federal aprovou por nove votos a dois nesta quinta-feira o uso de dados fiscais de órgãos como Receita Federal e UIF, novo nome do Coaf, sem autorização judicial. Com isso, o senador Flávio Bolsonaro, que começou a ser investigado dessa forma, e entrou com o pedido de suspensão da investigação no STF, fica novamente a descoberto, depois de pedir a suspensão do inquérito que apura irregularidades nas contas de seu gabinete como deputado estadual, até o ano passado.

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Quinta, 28 Novembro 2019 21:40

Um dos atos mais insanos

Escrevi e publiquei há alguns anos artigo sobre o AI5, ou Ato Institucional nº 5, levando em conta a minha própria experiência como acadêmico quando este entrou em vigor, e avaliando-o, sem exageros, como um dos atos mais insanos e autocráticos cometidos no País, mesmo durante a ditadura militar, principalmente no terreno da liberdade da expressão.

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