23 Jul 2019

Já na sua origem, o carnaval brasileiro nasceu sob o signo da política. Mais precisamente, como uma festa para salvar a pele de um político, Salvador Correia de Sá e Benevides, governador do Rio de Janeiro e das províncias abaixo da Bahia, como vai contado no livro A Criação do Brasil

Com a intensificação do uso de vias eletrônicas para realizar compras, aumentou também a demanda por serviços de entrega rápidos, confiáveis e rastreáveis. "Efeito Amazon" é como ficaram batizados os impactos dessa troca de hábito do comprador, que reduziu significativamente o fluxo das lojas físicas e criou um ambiente digital de compras, inaugurando tantas soluções quanto problemas. O novo consumidor é mais consciente e, ao fazer a sua compra pela internet, utiliza-se de recursos de pesquisa, comparação e negociações.

A América Latina não é por acaso o último bastião de resistência das utopias socialistas no mundo. A única razão que explica a sobrevivência extemporânea de ditaduras falsamente socialistas nos países latinos, como Cuba e a Venezuela, é um certo bananismo, determinante do nosso comportamento e, em grande parte, do nosso atraso.

Os mitos da aventura socialista nas Américas

Agora que o projeto da Nova Previdência chegou ao Congresso, começou a fase do protesto. O texto é complicado, mas já se entendeu o básico: todos receberão menos. Não adianta reclamar. Esta é a realidade: o Brasil é um país pobre e simplesmente não pode arcar com o custo social da aposentadoria da forma em que se encontra, ainda mais com o crescimento populacional.

A reforma da Previdência é, porém, mais que isso. É o início de uma mudança profunda, fundamental para o Brasil, que é acabar com o Estado paternalista, obrigado a prover tudo ao cidadão.

O Estado paternalista gera uma população comodista, que só reclama por seus direitos, quando a verdade é que, ainda mais num país pobre, o único jeito de viver melhor é trabalhar mais. E melhor.

No governo, o presidente Jair Bolsonaro tem se mostrado instransigente no discurso contra a corrupção e os maus costumes da política, marca da sua campanha. É coerente, mesmo quando o malfeito está do seu próprio lado.  Essa política do fuzil, porém, tem feito muitas e importantes vítimas nas próprias fileiras.

A Reforma da Previdência é um passo muito mais importante para a boa definição do nosso futuro do que ela representa para a solução do nosso problema fiscal, embora essa reforma seja também vital para o equilíbrio de nossas contas.

Nos últimos tempos, vem se repetindo entre os políticos em Brasília a frase "filhos não podem ser demitidos".

Ela vem de todas as direções, tanto de aliados quanto de adversários. Mesmo o suplente de Flávio Bolsonaro no Senado, o empresário Paulo Marinho (PSL-RJ), afirmou que vê a influência dos filhos do presidente Jair Bolsonaro "com maus olhos, como todo mundo".

Os negros têm muito do que se orgulhar

 

Muita gente acha que o que mata na bomba atômica é a explosão - o impacto do cogumelo atômico. Esse, porém, é só o começo. A partir da fissão, seguem-se várias ondas de efeito prolongado e ainda mais nefasto, como o choque de calor e a nuvem de poeira, que se converte numa chuva de fuligem radioativa, capaz não apenas de aniquilar os seres humanos restantes como esterilizar os rios e a terra num raio de dezenas de quilômetros por anos a fio. 

Esse fenômeno, conhecido como chuva negra, é o que aconteceu na política brasileira, depois da explosão criada pela Lava Jato.

A partir da fissão do núcleo de poder, onde se alojava a cúpula do PT, as ondas de calor atingiram seus associados, destruindo todo um ecossistema político. Agora, há ainda a chuva negra, que continua respingando nos políticos sobreviventes, todos eles acostumados em maior ou menor grau ao mundo anterior. Incluindo membros que estão dentro do atual governo, eleito justamente para associar-se ao extermínio da corrupção.