13 Jul 2020

O presidente Donald Trump afirou que quer afrouxar a políticas de isolamento nos Estados Unidos no final do mês, no que seria "a maior decisão que já tomei". Autoridades sanitárias americanas alertam para o aumento da infestação do Covid, liderada de longe hoje pelo país no mundo, com quase meio milhão de infectados até a sexta-feira, e 17 mil mortes.

Os Estados Unidos ultrapassaram a marca de 12 mil óbitos por coronavírus. Foram computados 12.021 vítimas nesta terça-feira, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. Foram 383.256 casos oficiais, o que faz o país o mais atingido pela doença no mundo.

por Ubiratan Muarrek, de Bolonha

Após um início de lockdown onde o espírito italiano se manifestou com cantoria nas sacadas e balcões dos apartamentos, para depois mergulhar em silêncio e angústia no confinamento draconiano imposto pelo governo, a Itália começa vislumbrar a luz no fim do túnel da crise aguda do coronavírus.

Boris Johnson na UTI

em | Seg, 06-Abr-2020

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, piorou de saúde e foi transferido para a UTI do hospital St Thomas de Londres, na tarde desta segunda-feira. Johnson, que foi um defensor inicial da manutenção do trabalho, é paciente de Covid-19.

De acordo com seu gabinete, Boris estava consciente, e sem uso do respirador artificial. Porém, a a equipe médica recomendou por precaução que ficasse próximo dos aparelho.

"O primeiro-ministro pediu ao secretário de Relações Exteriores Dominic Raab, que é o primeiro secretário de Estado, que o substitua sempre que necessário", afirmou o gabinete, em comunicado. "O primeiro-ministro está recebendo excelente atendimento e agradece a todos os funcionários do NHS por seu trabalho e dedicação", diz o documento.

Pela manhã, Boris tinha dito em uma rede social que estava no hospital para fazer "testes de rotina" e que estava bem disposto.

"É só uma pessoa que veio da China e temos tudo sob controle", disse o presidente Donald Trump, em janeiro, em entrevista à rede de TV CNBC, durante o Fórum Econômico de Davos, sobre o vírus corona. "Tudo ficará bem."

Trump não podia estar mais enganado. Com mais de 261 mil casos confirmados de contaminação e 6.700 mortos, os EUA se tornaram o maior centro planetário da pandemia. O número de vítimas é o dobro do que teve a China, que já controlou a epidemia em grande parte, e teve oficialmente 3,3 mil mortes.

Taxistas em Nova York, pequim e outras grandes cidades passaram a criar uma "bolha de plástico" dentro dos carros, como uma cabine para isolamento dos passageiros.

Neste domingo, a Argentina promoveu, com a eleição de Alberto Fernández, a volta do governo de esquerda, com Cristina Kirchner no posto de vice-presidente. A vitória, com 48% dos votos, contra 40% do atual presidente Mauricio Macri, marca uma certa volta ao passado, com a restauração do kirchnerismo, após o insucesso das políticas liberais atuais. Com isso, a Argentina se soma ao Chile, cuja população, revoltada com os resultados do que era considerado um modelo liberal de governo. E deixa clara a agonia da América Latina, que já tentou todas as soluções existentes e, diante do seu insucesso, parece girar num círculo vicioso que vai jogando os países para trás na História.

Uma operação de forças lideradas pelos Estados Unidos atacou uma posição de terroristas no noroeste da Síria, na fronteira com a Turquia. De acordo com o presidente americano, Donald Trump, foi morto o líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, um dos terroristas mais procurados do mundo.

Baghdaditeria se matado durante a operação ao detonar um colete suicida, depois de fugir por um túnel sem saída, segundo Trump, em pronunciamento na Casa Branca. A identidade do terrorista, que segundo Trump teria morrido "gemendo e chorando", foi confirmada por exame de DNA 15 minutos após a morte. .

Em visita à China, assim como fez nos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que por ordem sua o Brasil deverá liberar os chineses de entrar no país mediante visto. É um convite para o 1,3 bilhão de chineses, aque para vir aopaís antes tinham que passar pela peneira em um dos três consulados brasileiros no país.

O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed Ali, de 43 anos, foi escolhido pela academia sueca como Nobel da Paz de 2019, conforme anunciado nesta quinta-feira, por sua participação no fim do conflito entre Etiópia e a vizinha Eritreia.

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