24 Abr 2019

O ex-presidenge do Peru, Alan García, se matou nesta quarta-feira, antes de ser preso pela Lava Jato peruana, que investiga relações de seu governo com a empreiteira brasileira Odebrecht.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, 47 anos, foi preso pela polícia britânica nesta quinta-feira (11) na embaixada do Equador, em Londres, no Reino Unido.

Assange responde a um processo relacionado a um pedido de extradição feito pelos Estados Unidos e estava asilado na embaixada desde 2012.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) volta de Israel nesta quarta-feira depois de uma visita em que quebrou a tradição diplomática brasileira de neutralidade na questão palestina, tanto explícita quanto simbolicamente - chegou a visitar o Muro das Lamentações, na companhia do primeiro-ministro israelense.

Não mudou a embaixada de Tekl Aviv para Jerusalém, como chegou a anunciar, mas criou na cidade um escritório de negócios, recebeu o apoio israelense à entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, e assinou acordos bilaterais nas áreas de ciência e tecnologia, defesa, segurança pública, aviação civil, segurança cibernética e saúde.

O presidente Donald Trump reconheceu oficialmente nesta segunda-feira a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, área de fronteira tomada da Síria em 1967. "Isso estava sendo preparado há muito tempo", afirmou Trump, ao lado do premiê israelense Benjamin Netanyahu na Casa Branca.

Na sexta-feira, diz 16, um ataque em duas mesquitas na Nova Zelândia deixou 49 mortos e 48 feridos. Quatro suspeitos foram detidos. Um deles, o australiano Brenton Tarrant, de 28 anos, entrou atirando e filmou as próprias ações, transmitidas ao vivo e em tempo real.

O governo obscurantista da Venezuela atingiu seu apogeu com um apagão geral que deixou o país literalmente na escuridão.

Uma centena de documentos do físico Albert Einstein, guardados por um colecionador particular, nunca antes vistos pelo público e até mesmo pela comunidade científica, foram doados à Universidade Hebraica de Jerusalém.

Colocados em exibição na universidade para comemorar os 140 anos do seu nascimento, expõem ideias e dúvidas do cientista, pensador alemão e ganhador do Nobel de 1921, que revolucionou o conhecimento humano no Século XX.

O líder oposicionista e autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, chegou ao Brasil no começo da madrugada desta quinta-feira (28), no aeroporto de Brasília, para falar com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. 

Foi bem recebido, mas não saiu com o apoio todo de que gostaria. Após encontro a portas fechadas, Bolsonaro afirmou à imprensa que não poupará esforços para ajudar a Venezuela, mas "dentro da nossa Constituição e de nossas tradições" - isto é, sem armas. 

Antes de ir para a cadeia, ex-advogado de empresário ex-dono de cassino, mentiroso assumido, abre o baú de safadezas do antigo patrão para levá-lo junto ao cadafalso. Uma história comum no submundo dos negócios, se o empresário em questão não fosse o atual presidente dos Estados Unidos.

O mundo ao redor de Trump se transformou num pequeno caos, e sua gestão personalista beira o que se fala dos países de terceiro mundo sobre os quais os americanos gostam de dar lições de moral. Enquanto o presidente americano se encontrava em Hanói, no Vietnam, com o ditador norte coreano Kim Jong-un, em Washington depunha seu ex-advogado, Michael Cohen, parceiro de uma série de trapalhadas que podem custar um processo de impeachment de Trump, como os já bens conhecidos nos trópicos do sul. 

Em entrevista à TV americana ABC, Nicolás Maduro disse que Juan Guaidó, líder de oposição reconhecido como presidente interino da Vennezuela por mais de 50 países, poderá voltar ao país, depois de participar em Bogotá da reunião do Grupo de Lima, com a presença do vice-presidente americano, Mike Spence, na qual se tratou de uma saída para a crise venezuelana.

"Ele pode sair e voltar, mas terá que dar explicações à Justiça, porque foi proibido de deixar o país", disse Maduro. "Ele tem que respeitar as leis."

Além de proibido de deixar o país, Guaidó teve contas bloqueadas pelo Tribunal Supremo de Justiça, ao lado de Maduro. Em janeiro, foi detido por agentes do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional por cerca de uma hora. "Meu dever é estar em caracas, apesar dos riscos", disse ele, que afirma a decisão de voltar à Venezuela ainda esta semana. "Um preso não serve a ninguém, um exilado tampouco. Estamos numa zona inédita."

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