21 Jul 2019

Em meio à crise política, uma boa notícia veio dar alento ao governo Bolsonaro. 

Em fevereiro, foram criados no Brasil 173.139 empregos com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia. É o melhor desempenho para o mês desde 2014, quando foram abertas 260.823 vagas formais.

É hora do show. Assim foi chamado o evento realizado nesta segunda-feira (25), em Cupertino, na Califórnia, no qual a Apple anunciou uma série de novos produtos e especialmente serviços. As novidades fazem parte de sua estratégia de escapar da zona de conforto e abraçar nichos nos quais não se deu muito bem no passado, por falta de identificação ou de interesse - a empresa sempre terceirizou seu atendimento ao cliente, por exemplo, e preferia trocar um aparelho quebrado dentro da garantia por um novo, em vez de consertá-lo.

O governo colocou à venda hoje na Bolsa de Valores de São Paulo 12 aeroportos, em três regiões: Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. É o primeiro pacote de privatizações na gestão Bolsonaro, com o qual o governo busca arrecadar 2,1 bilhões de reais e colocar os compradores para fazer investimentos de 3,5 bilhões nos terminais.

A agência de aviação civil dos Estados Unidos suspendeu todas as operações com aviões da família Boeing 737 Max que operam por companhias aéreas norte-americanas ou dentro do território dos Estados Unidos, após o acidente na Etiópia ocorrido no último domingo, no qual morreram os 157 ocupantes.

Está previsto para a semana que vem o lançamento de uma plataforma que promete cruzar dados do mercado de transporte marítimo e movimentação portuária, munindo os profissionais de logística com ferramentas suficientes para diagnosticar o mercado e melhorar decisões, estratégias e negociações. 

Está em curso no Brasil uma transformação profunda e decisiva para o futuro do país.

Ela começou na última eleição, que entregou ao presidente Jair Bolsonaro o compromisso do combate ao crime e à corrupção, além da criação de um ambiente de austeridade, com a redução do Estado, para a retomada do crescimento sustentável. Mas não é só isso.

Esse é apenas o primeiro e elementar passo para o progresso, uma construção maior, que envolve não apenas a retomada da economia, como uma política estratégica capaz de conduzir o país em meio às  profundas mudanças no sistema produtivo pós-industrial - o segundo desafio, que ainda não foi colocado pelo atual governo, ainda enroscado com as reformas básicas, mas que não pode ser deixado à sombra.

Num cenário no qual o mercado e o conceito de Nação, mais do que nunca, transcendem as fronteiras territoriais, esse futuro exige a qualificação da sociedade por meio de um grande esforço de educação, o direcionamento da empresa privada brasileira para a internacionalização e uma mudança no perfil do país. Hoje fornecedor de bens primários, o Brasil precisa se tornar um produtor de bens no contexto de alta competição do mundo globalizado, sem o quê não apenaspermanecerá no terceiro mundo, como se tornará candidato a um empobrecimento em dramática escala.

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Pelas novas regras da Previdência levadas ao Congresso pelo governo, a idade mínima passará a ser de 62 anos para mulheres e 65 para homens. Quem já está perto de se aposentar, porém, pode conseguir o benefício antes, pelas regras de transição. Haverá três regras de transição para o setor privado. O trabalhador pode escolher a mais vantajosa. 

A proposta de emenda à Constituição para a mudança da Previdência, entregue hoje pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, promete uma profunda transformação no sistema previdenciário no país, atinge a maioria dos brasileiros.

Para começar, ela determina como idade mínima para aposentadoria a marca de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. O tempo mínimo de contribuição passa de 15 para 20 anos.

A proposta também acaba com as aposentadorias por tempo de contribuição, após um período de transição. Veja a íntegra do texto ao final da reportagem.

Ao anunciar nesta terça-feira (19) que fechará até o fim do ano sua fábrica em São Bernardo do Campo, a montadora não sinaliza apenas a reestruturação regional, com o "retorno à lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul", como divulgado em nota.

É também o início do ajuste em toda a indústria automotiva, que recentemente tem encarado uma nova realidade.