17 Nov 2019
Julio Cesar de Barros

Julio Cesar de Barros

Julio Cesar de Barros é jornalista, sociólogo e cartunista. Foi chargista e cronista carnavalesco (o último?) do Notícias Populares, checador de informação, gerente de produção editorial, secretário de redação e editor sênior da VEJA. Em A República, também produz charges com o pseudônimo de Jcaesar.

Quarta, 06 Março 2019 15:08

Vivemos em negação

Temos dificuldade de aceitar os fatos

Terça, 05 Março 2019 16:21

Mortos e feridos na folia

O Entrudo ainda faz vítimas nas festas de Momo 

Terça, 26 Fevereiro 2019 22:45

Em vez do hino, a tabuada

Cantar o hino não faz de ninguém um patriota

Segunda, 25 Fevereiro 2019 22:56

O pai da folia

O concurso das escolas de samba e seu pitoresco criador 

Segunda, 25 Fevereiro 2019 21:08

O Carnaval da propaganda

O samba é puxa-saco e mercenário

POR JULIO CESAR DE BARROS

Segunda, 25 Fevereiro 2019 20:27

A megafolia da supermetrópole

Por que cresceu tanto o carnaval de rua em São Paulo

Quinta, 21 Fevereiro 2019 15:38

A revolução dos bichos-de-pé

Os mitos da aventura socialista nas Américas

Domingo, 17 Fevereiro 2019 22:36

Brasileiros exemplares

Os negros têm muito do que se orgulhar

 

Quarta, 13 Fevereiro 2019 16:47

Indignação prèt-a-porter

O que se espera do jornalismo é sobriedade

O profissional de imprensa deve ser durão, pois terá de suportar momentos muito traumáticos, comoventes e revoltantes. Sempre foi assim. Como ser correspondente de guerra sendo uma florzinha sensível? Por esta razão toda vez que um jornalista deixa transparecer emoção diante de uma tragédia, ele próprio vira notícia. É um sinal a mais da gravidade do fato.

Domingo, 10 Fevereiro 2019 00:02

A ditadura das minorias

A democracia é um sistema que privilegia a maioria e garante o respeito às minorias. Mas há quem queira que ela seja o governo das minorias com uma banana para a maioria. A nova esquerda foca sua militância na defesa dessas minorias, eternamente perseguidas e injustiçadas.

Acenou para esses grupos com a possibilidade de criação de um mundo mais justo, sem perseguição ou preconceito, no qual possam viver livremente.

Esse canto da sereia atraiu um exército de Brancaleone nunca visto no ramo da política: abortistas, comunistas, anarquistas, socialistas, lésbicas, travestis, homossexuais, pansexuais, movimentos raciais e até ciclistas. Verdadeiro samba do militante doido, parafraseando Sérgio Porto.

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