15 Nov 2019
A República

A República

Quarta, 09 Outubro 2019 14:42

O outro lado da rua: #fimdamiseria

A República promove a campanha #FimDaMiseria. Vai publicar diariamente uma foto da dramática situação dos abandonados nas ruas do país.

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Nosso objetivo é chamar a atenção dos cidadãos e autoridades para o alarmante abandono da população mais pobre em todo o país. Isto tem de mudar.

Contribua. Coloque o que você vê na rua para que todos vejam. É o primeiro passo para a solução.

Quarta, 09 Outubro 2019 14:40

PEC do Supremo

Quarta, 09 Outubro 2019 13:52

Bolsonaro diz suspeitar de crime de Estado

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não descarta uma ação criminosa no derramamento de petróleo na costa do Nordeste, que vai se revelando um desastre ambiental de grandes proporções. "Parece que o mais fácil, o que parece, é que criminosamente algo foi despejado lá", disse ele a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada. Investigações da Marinha e da Polícia Federal indicam que o óleo cru deve ter origem na Venezuela, o que seria, em caso proposital para prejudicar a imagem do Brasil na área ambiental como suspeita o presidente, um crime de Estado.

O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do BNDES na Câmara Federal propõe o indiciamentos de 73 pessoas, os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e outras 71 pessoas por concessão de empréstimos irregulares no banco. O relatório tem de ser votado no plenário da comissão para sua aprovação.

O presidente Jair Bolsonaro precipitou uma crise com seu partido, o PSL - e, como nada do que ele faz, não é por acaso. Primeiro, pediu a um apoiador que não publicasse um vídeo ao seu lado, no qual ele falava que era pré-candidato à prefeitura de Recife, com apoio do presidente e de Luciano Bivar, presidente da legenda. Bolsonaro disse que Bivar estava "queimado" e iria "queimar o filme" dele também. Depois, o presidente cochichou-lhe ao ouvido: "esquece o PSL". O episódio  criou na legenda um movimento de apoio a Bivar - e acelerou seu afastamento do presidente.

Bolsonaro poderia querer ficar longe do PSL por conta do escândalo do laranjal - desvio de dinheiro das campanhas femininas para o bolso de medalhões do partido, em caso investigado hoje pela Polícia Federal. O presidente, porém, não demitiu o principal implicado no esquema hoje dentro do governo - o ministro do Turismo, Marcelo Antônio. O problema, então, é outro.

Domingo, 06 Outubro 2019 16:11

#fimdamiseria, uma casa e seu guardião

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Uma reportagem do UOL indica que uma investigação da Polícia Federal teria descoberto, por meio de depoimentos e documentos, que o laranjal do PSL teria beneficiado também a campanha do presidente Jair Bolsonaro - além do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Segundo a reportagem, Haissander Souza de Paula, assessor parlamentar de Antônio, coordenador de sua campanha a deputado federal no Vale do Rio Doce (MG), disse em seu depoimento à PF que "acha que parte dos valores depositados para as campanhas femininas, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Marcelo Álvaro Antônio e de Jair Bolsonaro".

Domingo, 06 Outubro 2019 15:18

Supremo dilema

Domingo, 06 Outubro 2019 12:54

Mutirão do RenovaBR movimenta 445 cidades

Na manhã deste sábado, 5 de outubro, o engenheiro elétrico Luís Bucciarelli liderou na Vila Leopoldina, em São Paulo, um mutirão dentro do Zancone - um centro de acolhimento onde dormem diariamente 100 desabrigados, com apoio da prefeitura de São Paulo. Ali, cerca de 300 pessoas desde cedo trabalharam na implantação de uma horta comunitária, que servirá para a preparação da comida servida no refeitório do primeiro andar. Bucciarelli também colaborou para a confecção de dois bancos de jardim, levantou 1.800 reais em doações e material para a oficina de serigrafia, cuja produção serve como fonte de renda para os internos.

A iniciativa de Bucciarelli faz parte do programa de treinamento do RenovaBR, que no sábado movimentou seus 1.500 alunos numa ação social simultânea em 445 cidades brasileiras. A ONG que se propõe a formar políticos melhores instituiu essa etapa no processo seletivo de seus candidatos, que no final podem concorrer por qualquer partido. A condição da ONG para as ações é que elas tivessem efeito duradouro, envolvimento com uma comunidade local e divulgação pelas redes sociais e a imprensa.

Filiado ao Partido Novo, Bucciarelli planeja ser candidato a vereador em São Paulo nas próximas eleições. Colocou em ação toda a família - a esposa, Mônica, que serviu o lanche e organizou a pequena biblioteca do centro, os filhos e o irmão - além de amigos e colaboradores de sua primeira campanha, para deputado federal, no ano passado. Não se elegeu, mas conquistou 13 mil votos e ficou convencido de estar no caminho certo. Por isso, inscreveu-se no programa de capacitação do RenovaBR e passou em todas as fases da triagem até aqui.

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