21 Jul 2019
A República

A República

Depois do ex-governador paulista Geraldo Alckmin dizer que "ninguém está feliz na política, nem no PSDB", onde cresce a figura do governador atual, João Dória, outras dissenções ameaçam desfigurar o partido, como resultado da chegada da Lava Jato ao alto tucanato.

Com 379 votos a favor e 131 contra, a Câmara aprovou na noite de quarta-feira em primeiro turno o texto principal da reforma da Previdência - bastavam 308 votos, ou 3/5 dos deputados. Em si, é uma boa notícia. Apareceu uma maioria na Câmara para fazer passar projetos importantes e uma reforma, como se sabe, é necessária. Porém, a forma como a votação da Previdência foi alcançada mostra que o Brasil não avançou como deveria, desde as últimas eleições.

E fica claro também que qualquer resultado refletirá apenas uma dura realidade: o Brasil continua um país empobrecido no meio da própria riqueza, e cujo sistema público não tem condições de oferecer uma aposentadoria digna aos seus cidadãos.

No longo processo que prometem ser as consequências do estouro da barragem de Brumadinho, a Justiça estadual de Minas Gerais emitiu a primeira sentença que obriga a vale a reparar os danos causados pelo rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em janeiro deste ano, que deixou 248 mortos identificados e 22 desaparecidos. Cabe recurso da decisão.

Quarta, 10 Julho 2019 01:28

A reta final da Previdência

No dia em que o plenário da Câmara começou a discutir a Nova Previdência e  se agitaram os movimentos na defesa de interesses, o presidente Jair Bolsonaro usou da ironia para dizer o que espera do processo. Chamou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que colocou atrás de si a coalizão desejada pelo governo, de "nosso general".

Quarta, 10 Julho 2019 00:51

Neymar não volta ao PSG

Ainda às voltas com a acusação de estupro da brasileira que levou a um hotel em Paris, Neymar decidiu não se reapresentar ao seu clube, o Pais Saint Germain, na volta das férias. Incompatibilizado com o novo diretor técnico técnico do clube, o ex-jogador Leonardo, Neymar mandou sinais ao barcelona de que gostaria de voltar. E o PSG anunciou que multará Neymar diariamente pelo atraso na reapresentação.

Um grupo de 40 advogados reuniu-se na segunda-feira com o dono do site The Intercept, Glenn Greenwald, como parte de um esforço para blindá-lo contra a investigação sobre o vazamento de conversas privadas de promotores da Lava Jato com o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Chamado ao Senado para explicar-se, Greewald usou a oportunidade para encenar seu teatro. Ciritcou a "amnésia" de Moro e se colocou como vítima de uma "campanha de ódio" do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

No seu depoimento, Greenwald mostrou-se mais um desses valentões do discurso vazio, dos quais a política anda cheia.  "Essas ameaças estão sendo provocadas pelo partido do governo, eles estão na internet o tempo todo usando documentos forjados e falsificados", disse, como se não estivesse também na internet o tempo todo. "Eles ficam na internet, mas não têm coragem de chegar aqui [no Senado], na minha cara, para discutir essas acusações."

Esforço de proteção

Há um esforço político para proteger não apenas Greenwald como a continuidade da publicação de conversas ilegalmente grampeadas, utilizadas para fazer pressão pela liberdade do ex-presidente Lula.

Essa pressão recai não apenas sobre o Ministério da Justiça, onde Moro se encontra ao mesmo tempo na condição de alvo e de autoridade encarregada de investigar os hackers que fornecem material ao The_Intercept. O tribunal de Contas da União solicitou ao Conselho de Atividades Financeiras, órgão do Ministério da Economia, esclarecimentos no sentido de informar se Greenwald está sob investigação.

O Brasil venceu o Peru por 3 a 1 neste domingo, ficou com a taça da Copa América e mostrou que o técnico Tite encontrou outro time para o futuro, com uma nova formação em relação à que jogou a Copa do Mundo.

Pesquisadores brasileiros e italianos anunciaram uma descoberta que pode mudar a história da Humanidade. Fragmentos de ferramentas feitas de de pedra lascada foram identificados com mais de 2,4 milhões de anos. Com isso, os objetos tiram da África e colocam mais para trás no tempo o que teria sido o começo da Humanidade.